O espaço de actuação do homem contemporâneo não é mais público no sentido clássico, senão mercado, daí que, deposita-se hiper-confiança (confiança exagerada) no ecrã digital por ser liso (Byung Han), líquido (Zygmunt Bauman) e leve (Lipovetsky), se escondendo nessa estética líquida do ecrã digital a astúcia do capitalismo que sendo artista renova os ecrãs digitais desde Smartkikas quer da Vodacom ou quer da Movitel, passando pelos Samsung e desaguando nos Huawei.

Inicialmente, queremos traçar aqui é uma breve contextualização histórica para entendermos processo pelo qual corpo humano passou, como foi identificado em cada época e qual será seu papel na sociedade contemporânea, num cenário profundamente influenciado pela mídia.

Algumas vezes surgem situações mais desafiadoras, como acontece em mulheres que têm uma cirurgia pélvica prévia ou têm variações anatômicas vasculares ou uma patologia vascular associada.

Assim como as demais personagens as mulheres têm traços patológicos, apresentam desvios; em cortiço há lesbianismo, a sensualidade, adultério etc , tudo isso representado na figura da mulher.

Em se tratando do desenho “A Caverna do Dragão”, há que se ressaltar a presença de uma personagem feminina guerreira negra.

Portanto, como será fundamentado neste artigo, falar da sociedade contemporânea é dar referência a uma pequena aldeia onde a técnica e tecnologia estão no epicentro, e como já dissera Samora Machel ‟ homem que não dominar a técnica e a tecnologia será por elas dominadoˮ.

Para isso, é preciso situar os homens nos acontecimentos do mundo atual para compreender momento gerador da denominada cultura da corporificação, marcada pelo culto excessivo à beleza física em clínica de estética.

Pela primeira vez na evolução da beleza, homens e mulheres podiam escolher a aparência deles de acordo com estilo de vida de cada um e não apenas as exigências da moda.

Perante esta “coluna robusta” da história da dramaturgia ocidental, almejamos especular sobre a mesma, partindo da concepção aristotélica de tragédia, seguida por ênfase em Sófocles e seu contexto, por um panorama sintético da obra, por reflexão sobre a temática da mesma, sondará os personagens da trama e enfocaremos partes da obra que entram em sintonia com os escritos aristotélicos sobre tragédia.

No entanto, ainda é vista por muitos através de um discurso machista como um sexo frágil, um ser inferior ao homem que tem os seus limites definidos dentro da própria sociedade.

Rangel (2009) define sensualismo da personagem como esqueleto de sua sutileza psicológica, com apelo sexual de uma mulher ainda adolescente.

Mesmo os “modernistas” que se lançaram para uma nova leitura do espaço, buscando alternativas de expressão através da forma e da cor, preferiram manter uma discreta postura de vanguarda, sem envolvimento com ideologias ou novos posicionamentos perante social.

Ser bonita é ter ou adotar traços finos, embora artificialmente, um nariz afilado, cabelos lisos, lábios menos carnudos e menores, corpo em forma, entre outros afins, salientando que, na expressão corporal a mulher negra se sobressaia naturalmente bem, devido seu biotipo.

Aurélia tem a oportunidade de viver em boas condições financeiras, é elevada de menina pobre a uma rica dama da sociedade, sendo capaz de ir em busca do seu amor, mais com um sentimento de vingança, mantido pela mágoa do abandono da juventude, autor revela poder do dinheiro em afastar as pessoas pela desigualdade social.

Em relação da prática da massagem estética antes da cirurgia, verificou-se que 92% nas mulheres não haviam realizado nenhum tratamento, enquanto 8% destas mulheres já tiveram benefício do mesmo.

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